Silenciosa e discreta, alimentação pode influenciar

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Silenciosa e discreta, alimentação pode influenciar até no humor e disposição

Utilizar ingredientes frescos e preferir receitas feitas em casa pode ser a chave para aumentar o valor nutricional das refeições e, assim, auxiliar na sensação de bem-estar

Por mais antiga que seja, a frase “você é o que você come” nunca fez tanto sentido quanto nos dias atuais. Com as grandes redes de fast food e a correria do dia a dia, a tentação de consumir tais comidas fica mais acentuada. Na maioria das vezes, por ser de fácil e rápido acesso, quando comparada ao tempo investido para preparar cada refeição. No entanto, dispor de uma alimentação pobre em nutrientes pode interferir de forma negativa até mesmo no humor e na disposição.

Popularmente conhecida como hormônio da felicidade, a endorfina é normalmente liberada no organismo em função da prática de atividades físicas. Porém, o que muitos ainda não sabem, é que a tão almejada sensação de bem-estar também pode ser alcançada por meio de alguns alimentos específicos, como morango, uva, laranja e o chocolate, por exemplo. Ao alinhar tais ingredientes com fontes de energia, diversos podem ser os benefícios para o indivíduo.

A RisoVita – marca de saudabilidade da Fumacense Alimentos – dispõe de uma gama de produtos feitos à base de arroz. Dessa maneira, pessoas intolerantes a lactose, celíacas ou alérgicas à proteína do leite de vaca continuam podendo utilizar da versatilidade na hora de cozinhar. “Uma aposta, nesse caso, é fazer shakes ou smoothies com as bebidas vegetais e as frutas, pois o arroz atuaria como combustível e as frutas trariam os nutrientes necessários para o organismo”, afirma a nutricionista Larissa Zanette.

Por mais que muitos queiram cortar os carboidratos da dieta, eles também são os responsáveis pelo bom funcionamento do cérebro e a sensação de bem-estar, uma vez que auxiliam na regulação de hormônios. E, no caso de quem treina e se exercita, o grão também melhora a performance na prática de atividades físicas. “As pessoas podem fazer receitas de pré-treino com as farinhas, por exemplo. Nosso corpo precisa de energia e o arroz pode ser uma ótima fonte”, destaca Larissa.

A falta de algumas vitaminas e minerais, bem como o seu excesso, pode provocar uma série de reações indesejadas no indivíduo. Por isso, conforme explica a nutricionista, as pessoas devem prestar atenção no que consomem. “Por mais que demande de mais tempo, nada é tão valioso quanto a comida feita em casa com frutas, legumes e verduras frescas. Ao cuidar da alimentação, estamos cuidando de nós mesmos, como um ato de amor próprio”, evidencia.

Sobre a RisoVita

Fruto da inovação e diversificação, a RisoVita surgiu no ano de 2014 por conta da grande visão de futuro e vasta experiência no beneficiamento e produção de arroz da empresa Fumacense Alimentos. Aliada à tecnologia europeia de ponta e equipamentos modernos, a marca tornou-se pioneira na América Latina com o início da produção de bebidas vegetais à base de arroz.

Com produtos nacionais e de excelente qualidade, os alimentos são produzidos a partir dos grãos deste cereal. Devido à crescente procura por alimentação saudável, a RisoVita aumentou seu mix de produtos e hoje encontram-se disponíveis as bebidas vegetais líquidas e em pó, farinhas de arroz e misturas para pães e bolos.

Em 2021, com o intuito de oferecer um produto ainda mais saudável para seus consumidores, a RisoVita lançou a sua primeira linha orgânica. Os primeiros produtos disponibilizados nas prateleiras dos supermercados foram a farinha de arroz e a bebida vegetal à base de arroz nos sabores original e de coco. Os novos alimentos não possuem nenhum aditivo químico, encaixando-os perfeitamente na categoria Clean Label e Plant-Based.

Juntamente com o Criciúma Shopping, a Mark At Place e a JS Empreendimentos, a Fumacense Alimentos – com as marcas Kiarroz e RisoVita – faz parte do Grupo EZOS, um grupo econômico lançado em 2020 com um sistema de gestão inovador, por conta da criação do primeiro Centro de Serviços Compartilhados do Sul catarinense.

Texto: Catarina Bortolotto

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